13 março, 2009

Vila Atlântica Futebol Clube











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História de uma Paixão: por Álvaro Andrade

"No ano de 1949, uma turma de trabalhadores da Companhia Imobiliária Atlântica, uniram-se com a rapaziada que morava ali no fundão do Marapé, com a finalidade de criar uma agremiação de esporte e lazer para as famílias do local.

A idéia com o tempo foi ganhando consistência, devido às peladas de rua que diariamente acontecia após o expediente de trabalho. Essas peladas eram realizadas na Avenida Moura Ribeiro, junto à subida do Morro da Nova Cintra, onde hoje passa o canal.Foi assim que no dia 08 de maio de l949, um grupo de amigos formado pelos senhores: Antonio de Almeida, Álvaro de Andrade, Álvaro Dias, Abílio Ferreira, Jair Agostinho Tostes, Armindo Fernandes, Antonio Simões, Cláudio Ferreira. José Joaquim Fernandes e outros se reuniram na casa do Sr. Joaquim Andrade Jr. localizada no Morro do Marapé- Ligação 4, formaram uma chapa única para a fundação da agremiação, a qual batizaram com o nome de Vila Atlântica Futebol Clube.

Vários assuntos foram pautados como: valores das mensalidades, cores da agremiação, a constituição da primeira diretoria que ficou assim composta: Presidente Antonio de Almeida; Secretário Álvaro Dias; Tesoureiro Álvaro de Andrade; Diretor Esportivo Abílio Ferreira e Diretor Social Antonio Simões.

Para a escolha das cores criou-se uma polêmica em função das preferências de orintianos, são paulinos e palmeirenses e, como não havia nenhum torcedor do Juventus decidiu-se, então para não haver confusão, pelas cores grená e branco.

Quanto ao escudo somente após três dias da fundação é que por sugestão do Sr. Mauro Francisco Calhau o distintivo baseou-se na estrela da Texaco, distinguindo-se apenas pela inclusão de uma bola de futebol ao seu centro.

As atividades do clube aquela época restringiam-se às partidas de futebol que se realizavam aos domingos à tarde no campo do Sul América ao pé do morro. E como era hábito naquele tempo, quase sempre a delegação era acompanhada de moçoilas chefiadas pela madrinha do clube que abrilhantavam as excursões. Nos domingos à noite aconteciam os bailinhos na padaria Nova Era, no salão do Bar Madeira e no chalé do tio Leonel e, às vezes na Humanitária. Já os festivais de aniversário se davam na casa do tio Maneco, com festas juninas, onde se formavam as quadrilhas, pulavam a fogueira, enfim uma felicidade só."

Já em minha fala, quero enaltecer o trabalho que me foi apresentado por Álvaro de Andrade, o Né. Simplesmente espetacular o carinho e o zelo como eram tratados os jogadores e a própria administração do Vila Atlântica. A forma de sua apresentação facilitou e muito esta publicação. Portanto, está de parabéns o Né preocupado em deixar registrado nos anais da história da várzea de Santos o seu clube de coração.

Industrial Futebol Clube







Foram fundadores do INDUSTRIAL FUTEBOL CLUBE, da cidade de São Vicente, os esportistas Antonio Amaro dos Santos, Antonio Rosas de Jesus, Alberto Marques, João Batista Cardamone e outros, que haviam se reunido em data de 12 de abril de 1949, com a finalidade de formarem uma nova agremiação esportiva.

Filiado à Liga Vicentina de Futebol Amador e à Federação Paulista de Futebol, o Industrial F.C jogava amistosamente, não participando dos torneios oficiais. Além do futebol praticava o pingue-pongue e o futebol de salão.

Diretoria: Presidente de Honra, João Batista Cardamone; Presidente, Antonio Amaro dos Santos; Vice-Presidente, Antonio Rosas de Jesus; Secretário-Geral, Alberto Marques; 1º. Secretário, Manuel Salgado; 2º. Secretário, José da Silva Júnior; 1º. Tesoureiro, Miguel Luiz Barreiro; 2º. Tesoureiro, Fernando Gomes Cruz; Diretor Esportivo, Waldomiro de Paula.




Fonte: F.P.F

Independente Futebol clube


O INDEPENDENTE FUTEBOL CLUBE surgiu, em Santos, no dia 16 de março de 1936, com sede instalada na Rua do Comércio, nº. 15, 2º andar.


Filiado à Liga de Futebol Amador de Santos e à Federação Paulista de Futebol, o Independente Futebol Clube disputou vários campeonatos organizados pela Liga.

Dentre seus feitos, destaca-se a conquista do título de Campeão da 2ª. Divisão de Amadores, no ano de 1947. Foi várias vezes Campeão do Torneio Início, bem como Vice-Campeão da cidade pelo Certame Amador.

Além do futebol, o clube praticava tênis de mesa.


DIRETORIA: Presidente: Alfredo Cãmara; 1º. Vice-Presidente, Ernesto Correia; 2º. Vice Presidente, Venâncio Monteiro; Secretário-Geral, Gilberto Bezerra da Silva; 1º. Secretário, Daniel Brasão Câmara; 2º. Secretário, João Scaraello; 1º. Tesoureiro, Ernesto Fernandes Figueiredo; 2º. Tesoureiro, João Viana; Diretores Sociais: Hermínio Sarubando Júnior e Alcides Gomes Neves.


Fonte:


Esporte Clube Guarani

Participou do II Torneio Varzeano de Santos de 1973.
Aguardando história.
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Grêmio São Luiz











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O Grêmio São Luiz era formado por alunos do tradicional Colégio Santista, e foi uma agremiação de muita expressão na vida esportiva santista.Fundado a 16 de abril de 1936, pelo falecido Irmão José Cipriano, o Grêmio São Luiz desenvolveu intensa atividade no setor esportivo e no meio educacional da cidade de Santos. Suas cores eram o azul e branco.

Na história dessa agremiação muitos foram os episódios relevantes sucedidos e muitos foram os garotos que por ali desfilaram e, vieram, posteriormente, a ocupar os cargos de maior relevo da vida pública.
O Grêmio desenvolvia suas atividades de duas maneiras: um intercâmbio com outras associações congêneres ou não, e as atividades internas dedicadas exclusivamente aos seus sócios, alunos do Colégio Santista.

Na verdade, ele era mais para os alunos, pois servia como agregador das atividades extra-escolares dos associados.

O esporte mais divulgado da agremiação era o futebol. O basquete, vôlei, tênis de mesa, tamboréu, damas, xadrez, entretanto, eram intensamente praticados.

Conseguiu prestígio no cenário esportivo regional e estadual, graças ao trabalho do técnico Danilo Rodrigues Aniceto. O Grêmio São Luiz revelou grandes nomes para o futebol nacional comol: Célio (Ponte Preta), Jorge (Jabuca), Gonçalo (SPFC), Cacalo e De Maria.O goleiro Gilmar, um dos melhores goleiros da história do futebol, também defendeu as cores do Grêmio São Luiz.

Colaboradores: Joaquim Pires Teixeira Bastos Neto (meu amigo Tota), e Rubens Quintas

Grêmio Recreativo dos Estivadores

Aguardando história.
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Grêmio Recreativo Brasil

O G. R. BRASIL foi fundado no ano de 1963, no auge do futebol varzeano de Santos, época em que se iniciaram os famosos torneios promovidos pelo jornal O DIARIO.

O Grêmio Recreativo Brasil foi o campeão do Campeonato Santista Amador de 1967, vencendo o Esporte Clube Beira-Mar por 2x1. (Leia sua história clicando aqui)

Graussás


Pelo valor dos elementos de que é composto, todos de recursos e de posição de destaque na sociedade santista, o GRUPO DOS GRAUSSÁS - Clube Recreativo e de Esportes, é também chamado por "Clube dos Milionários".Foi fundador da Liga Santista de Voleibol. No primeiro torneio patrocinado por essa entidade, em 1938, o Grupo Graussás sagrou-se campeão por essa modalidade esportiva. Foi campeão do Torneio Início de 1939. No ano seguinte, fiel aos seus estatutos que davam ao clube um caráter mais recreativo, deixou de competir nesse genêro de atividade. Foi o primeiro clube de Santos, a armar nas praias locais, uma barraca das muitas que ora ornamentam a orla marítima.


Foram fundadores do Grupo Graussás, as senhorinhas: Alice Veiga de Oliveira, Edir Castro, Irba Castro e Ilka Otz; os senhores: Antonio de Almeida, Atabalipa de Castro, Afonso Rios Filho, Artur Barros, Alzemiro Ballio, Carlos Orselli, Elias Hortmann de Almeida, Francisco Simões Russo, João Guerra Figueiredo, José Guerra Figueiredo, E.V. Bitran, Haroldo Borges, Frannz Hotz, Jesus Covas Filho, Hélio Borba Vita, Leo Castro, Luiz Gonzaga Ferreira, Luiz Mendes Gonçalves, Lauro Martinho Paiva, Marcelo G. Fortes, Mauro Conceição, Mozart Massa, Nelson Ferreira, Paulo Martins Pinheiro e Waldemar de Souza.


Até a data de 1957, o Grupo Graussás passou pelas administrações de Atabalipa Castro, 1937; Leo Castro, 1938/1939; Adalberto de Castro Figueiredo, 1940/1941; Geraldo G. de Melo Peixoto, 1942/1943; Ary Diniz, 1944/1947; Aureliano Machado, 1948; José Fernandes Amorim, 1949/1950; Ari Diniz, 1951/1953; Renato Pimenta, 1954/1955 e Luiz Gonzaga Ferreira, 1956/1957.


Atualmente, o clube proporciona a seus associados a prática do tamboréu, tendo participado de torneios promovidos pela Comissão Central de Esportes e "A Gazeta Esportiva".
Sua barraca de praia é, até hoje, armada no local de sua fundação, na praia do Gonzaga, em frente à Rua Carlos Afonseca, próximo do Parque Balneário Hotel. Vale lembrar que, o Grupo dos Graussás foi o primeiro praticante de tamboréu em nossas praias.
O símbolo do clube é um carangueijo, de cor amarela, de origem das praias do Norte, de nome "graussá".


O primeiro Campeonato Aberto de Voleibol, da cidade de Santos, instituído pelo Jornal "A Tribuna", do qual participaram muitos clubes locais,foi vencedor o Grupo Graussás, em memoráveis jornadas. Quando do início da prática de voleibol em Santos, uma das mais retumbantes vitórias foi a obtida contra o forte conjunto representativo da Base Aérea de Santos, constituído de pessoal bem preparado. O Graussás, com uma rapaziada entusiasta, venceu pelo escore de 15 a 0.


DIRETORIA: Presidente, Luiz Gonzaga Ferreira; Vice-Presidente, Ary Diniz; 1º Secretário, Francisco Simões Russo; Diretor Esportivo, José Fernandes Amorim; Diretor de Patrimônio, Nilo Souza Alonso.

Glorioso Futebol Clube

Participou do II Torneio Varzeano de Santos de 1973.

Aguardando história.

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Fluminense Atlético Clube

Uma das formações do antigo Infantil Fluminense, fundado na década de 1950. Em pé: Espanhol, Zé Roberto, Gibi, João Carlos, Carlos e Saci. Agachados: Joaquim, Cássio, Michael, Genésio e Ronaldo. Os ilustres Nei e Pagão iniciaram sua trajetória por este clube. Os jogos eram realizados num campo onde hoje se situa a praça em frente ao Sesc AparecidaFoto pertencente ao acervo de Cássio Cavagna, publicada em 22 de junho de 2005na seção Imagem do passado, do jornal santista A Tribuna

Texto incluído na seção Campo Neutro do semanário santista Boqueirão News, edição de 9 a 15 de setembro de 2006.

O Fluminense Atlético Clube, mais conhecido como o Tricolor do Embaré, foi fundado em 04.09.1938, por oito associados, com a finalidade de congregar os moradores do bairro. Teve o seu início em um pequeno armazém de "secos e molhados" que se situava na esquina da Rua Osvaldo Cócrane com Av. Epitácio Pessoa, estabelecimento pertencente ao sr. José Rodrigues Meleiro, que com a sua visão educadora, ao perceber que diversos jovens do bairro estavam desgarrados de atividades esportivas, sugeriu que se agrupassem esportivamente.

Foi inicialmente fundado como Juvenil Fluminense, time de futebol de praia, rendendo homenagem ao campeão carioca que havia visitado a cidade. Sua primeira sede era na mesma esquina, no quintal do sr. Blanco, onde foi improvisada uma quadra de vôlei e guarda de material do clube. Posteriormente, em 1939, já com a denominação de Fluminense Atlético Clube, o sr. Vergara cedeu outro terreno maior, na Rua Proost de Souza, sendo construída quadra de vôlei, basquete e bocha. Em 1942, a barraca de praia foi inaugurada, com o escopo de unir os familiares dos associados, não se esquecendo que o Fluminense já era um esquadrão futebolístico temido por seus adversários, possuindo, também, time de voleibol amador sendo campeão da cidade diversas vezes.

Por volta de 1949, quando o único esporte genuinamente santista - o tamboréu - estava em franca atividade pelas praias santistas, começou a montar a sua equipe vitoriosa. Não se deve esquecer que o Fluminense é o nº 2 no registro de filiação da Liga Santista da modalidade, obtendo diversos títulos regionais e estaduais.

O primeiro deles foi em 1967 - Torneio Popular - tendo a dupla Délcio e Mario Ramalho como vencedores. Teve equipes memoráveis que contavam com atletas tais como: Rivaldo, Délcio, Valter Rocha, Gilberto, Meleiro, Clodoaldo, Clodinho, Gércio, Rubens Sérgio, Ratinho, Lisboa e outros fantásticos jogadores de tamboréu. Possui times de infantil, juvenil, aspirantes, principal, veteranos e veteraníssimos, sendo certo que todas as categorias conquistaram troféus e medalhas expostas nas dependências do clube, patrimônio inimaginável.

Uma das maiores conquistas do Fluminense foi a compra da atual sede, quando o presidente do clube - Orlando Rodrigues Dias - em setembro de 1970, iniciou uma verdadeira cruzada para a aquisição da sede atual, que era alugada. Com esforço de todos os associados, que participaram com assinatura de "livro de ouro", rifas, bingos, comprou o imóvel da Rua Osvaldo Cócrane, 147 - Embaré, constituído de sobrado de forma arquitetônica tradicional, tendo na sua parte inferior salão de jogos, secretaria, salão de festas, cantina, exposição de troféus e flâmulas (...). A parte superior está locada para o Lions Clube, um parceiro do clube, onde são realizadas reuniões, chás beneficentes e promoções de cunho assistencial e social.

O Fluminense A. Clube se reveste no congraçamento de diversos tipos de profissionais liberais, aposentados e trabalhadores que se congregam em torno de uma existência social e participação esportiva, tão carente na vida cotidiana atual (...) O clube atualmente possui parceria com o Bingo Gonzaga, que nos moldes do fomento ao esporte, caminha lado a lado, dando respaldo financeiro de suma importância.

(*) Alfredo Siqueira Costa é advogado e presidente do Fluminense ACFonte: Novo Milênio Santos

Flor da Curva Futebol Clube


Aguardando história.
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Flamengo Futebol Clube

O Flamengo Futebol Clube, mais conhecido na várzea como Flamenguinho do Asa Branca, foi fundado em 1º. de janeiro de 1954, por amigos que moravam na Rua Pedro Américo, no bairro do Campo grande, Canal 2.

Costumavam jogar sempre no campo do adversário, fazendo excursões de trem para jogos amistosos em diversas cidades do litoral.

Em suas equipes passaram diversos jogadores que se tornaram profissionais, sendo que o mais conhecido foi Wilson Gomes, o popular Samarone.

Colaborador: Dilmar Castilho (clique aqui para ver mais fotos)

São Vicente Atlético Clube


No dia 21 de abril de 1928, na histórica Biquinha, um grupo de esportistas vicentinos , entre outros, os senhores: Eugênio Pilar, José Bastos, Vicente Trindade, Antônio Gardon, Odair de Castro Lima, Eliezer Lopes Fernandes, Onofre Ricardo, Pérsio Neves Requeijo, Oscar Pfaff, Fernando L. Fernandes, Célio Flávio de Lima, Adair de Oliveira e Adair Dias, que ali reunidos resolveram fundar uma agremiação esportiva. Em homenagem ao grande futebolista Luiz Matoso, o popular Feitiço, que naquela oportunidade jogava no Santos F. Clube, concordaram em dar o nome de Juvenil Feitiço ao clube que iriam fundar.As cores do novo time também homenageavam a equipe santista, preta e branca.

Naquele mesmo dia, lavraram a ata de fundação, na casa da Rua Padre Manoel, nº 10, e colocaram em campo a primeira equipe, assim constituída: Rico, Dias e Gardon; Pérsio, Onofre e Bastos; Vicente, Odair, Pfaff, Eliezer e Ninando. E também elegeram sua primeira diretoria, assim composta: presidente, Oscar Pfaff; secretário, Eugênio Pilar; tesoureiro, Eliezer Lopes Fernandes; diretor de esportes, Célio Flávio de Lima.

Com o decorrer dos anos, o clube cresceu e , em 1935 passou a denominar-se como Feitiço Atlético Clube.1935/1936/1937 – Foi Tri-campeão Vicentino

Durante vinte e dois anos, o Feitiço Atlético Clube marcou sua presença no esporte da Baixada Santista. Com o tempo, por motivos financeiros, começou a perder seu brilho. Sensibilizado pelo estado do Feitiço Atlético Clube, o empresário Mansueto Pierotti colocou em jogo sua palavra, ao prometer, entre os amigos, que reergueria a imagem do estádio.

Mansueto Pierotti incitava seus colegas. Ele que foi goleiro, defendendo as cores de seu clube, que fez de tudo no seu grêmio, não se omitia em nada. Seu espírito de sacrifício estava sempre presente. Cobrava mensalidades, carregava saco de roupa, conduzia os jogadores para o campo e então, como torcedor, gritava, incitava, chorava, ria, enfim punha sua alma à mostra. O que é mais admirável nesse grupo que se formou é que todos, desde Orlando Intrieri, também um dos baluartes, até o mais simples funcionário do clube, apoiavam Mansueto, que realmente encarnava o espírito de luta e dedicação.

Em 1939, a diretoria resolveu adquirir um terreno para a construção de sua praça de esportes a fim de proporcionar maior entretenimento aos associados. Depois de muito sacrifício e dificuldades, seus diretores com a ajuda de diversos esportistas conseguiram construir a praça de esportes "Mansueto Pierotti", orgulho da coletividade alvinegra do Parque Bitaru, justa homenagem ao maior defensor da agremiação.

Estrela do Marapé

Segundo relato do jogador Miro - Argemiro Antunes -, o Estrela do Marapé A.C de Santos, foi fundado em 1959, no final da rua Dom Duarte Leopoldo e Silva, e o principal responsável foi o Danilo (foto), que hoje é feirante. Depois o time se deslocou para a rua Dom Duarte Leopoldo e Silva com rua Alfredo Albertini. Muita gente do Vila Atlântica FC, que não tinha vez no primeiro quadro, ia jogar no Estrela do Marapé.
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Esporte Clube Faísca de Ouro






















Estrela Dalva Futebol Clube

O Estrela Dalva Futebol Clube participou do Campeonato Santista de Amadores, Divisão Principal, de 1959.

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Sociedade Esportiva Ensacadores de Café

Participou do II Torneio Varzeano de Santos de 1973.
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Ébano Atlético Clube

Participou do II Torneio Varzeano de Santos de 1973.
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Cunha Moreira Futebol Clube

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Cruz de Malta Futebol Clube























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Corinthians da Penha Futebol Clube


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Esporte Clube Colorado

Participou do II Torneio Varzeano de Santos de 1973.

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Esporte Clube Colonial

O Esporte Clube Colonial participou do Campeonato Santista Amador de 1967.
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Sociedade Esportiva Cidade de Santos

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Canecão Futebol Clube

Participou do II Torneio Varzeano de Santos de 1973.
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Canadá Futebol Clube

O Canadá Futebol clube participou do Campeonato Santista Amador de 1967.
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Caiuby Futebol Clube





Em 11 de junho de 2006, o jornal A Tribuna registrou em sua seção "A Tribuna nos anos 60" , do jornalista Hamleto Rosato, a seguinte publicação:
"Caiuby foi campeão da Várzea Santista. A Várzea Santista foi, e todos sabem, verdadeiro celeiro de futebolistas. A Liga Santista de Futebol Amador realizou numerosos torneios entre os clubes dos bairros santistas. Cada bairro tinha pelo menos um grande destaque.
O Caiuby F. Clube, por exemplo, do Bairro Chinês, tornou-se um dos campeões varzeanos e foi justamente com estes jogadores: Valter, Negreiros e Leonel; Belmiro, Tenente e Botelho; Manga, Carlos, Benigno e Nelson Tauyl".
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Grêmio Recreativo Brasil

O G. R. BRASIL foi fundado no ano de 1963, no auge do futebol varzeano de Santos, época em que se iniciaram os famosos torneios promovidos pelo jornal O DIARIO.
O Grêmio Recreativo Brasil foi o campeão do Campeonato Santista Amador de 1967, vencendo o Esporte Clube Beira-Mar por 2x1.

Brasil Futebol Clube












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O BRASIL FUTEBOL CLUBE foi fundado em 21 de agosto de 1913. Nessa data, à Rua Dr. Cócrane, 31, residência dos srs. Vicente e Luiz Garcia, reuniram-se além destes os senhores: Antero Correa, Emanuel Reis, Fábio Montenegro, Artur Silva, Adolfo E. da Rocha Soares, Francisco Joaquim da Cunha, Jorge Pereira Pinto, Manuel Cardoso, Valeriano Passos, Luiz Machado, Virgilio Silva, José Machado de Aragão, Jatil Neves, Raul Lagarcha, Eugênio de Souza Fontes, e Aluisio Pereira Vilela, os quais deliberaram fundar uma sociedade que recebeu o nome de Brasil Futebol Clube, sendo organizada uma diretoria provisória, com Adolfo da Rocha Soares como presidente, e ainda Armando Muniz, Fábio Montenegro e Jorge Pereira Pinto.

A força de vontade de meia dúzia de idealistas, determinou que o Brasil F.C não perecesse nos primeiros revezes. Em dezembro do mesmo ano, os sócios remanescentes fizeram uma reunião e, lembraram de convidar para presidir os destinos do clube o Sr. Joaquim Simão Fava.
A lacuna da falta de campo foi sanada graças à boa vontade do Dr. Ulrico Mursa, então superintendente da Cia. Docas de Santos que, a título precário, cedeu ao Brasil FC, nos terrenos daquela empresa, no Paquetá, uma área para a construção do campo.

Em 1915, organizou-se o primeiro campeonato de futebol da cidade, sob os auspícios da Liga Santista de Esportes Atléticos, para cuja fundação o Brasil FC muito cooperou, não só apoiando a fundação da entidade, mas, também construindo na Av. Conselheiro Nébias o primeiro campo oficial da cidade, no qual foi disputado o campeonato.

Não demorou muito e o novo time começou a brilhar nos campos da Baixada. Em 1916, o primeiro título de campeão santista marcou o início de uma coleção que ergueria o Brasil F.C. ao patamar das grandes equipes amadoras da cidade.

Em seu jogo de estréia, o Brasil FC enfrentou o C.A Ipiranga da Capital, de Friedenrich e Formiga. Neste ano, o alvi-rubro instalou uma sede social na Rua General Câmara, esquina com a Rua Braz Cubas. Em 1916, ainda sob a administração de Simão Fava, o clube conquistou o campeonato santista derrotando na partida final o SPR por 4 a 0. Um ano depois, o Brasil foi o primeiro clube a se instituir como pessoa jurídica e realizar o primeiro carnaval de salão.
Em 1920, Josino de Araújo Maia teve papel fundamental na transferência da sede social para a Avenida Pinheiro Machado e transformar o local em uma das melhores praças esportivas da região. Em 1945, após mudar de endereço três vezes, a diretoria conseguiu a aquisição de uma extensa área na Vila Nogueira Ortiz, atual bairro Aparecida, onde funciona até hoje, na Rua Jurubatuba, nº 80.

Por volta de 1925, o Brasil FC perdeu quase todo o seu patrimônio, pois até o campo da Av. Pinheiro Machado passou às mãos do novo propiretário que o alugou ao S.P.R .
Em 1928, o Brasil FC foi campeão de futebol e conquistou a taça "José M. Matos Júnior". Neste ano, o clube adquiriu uma grande área de terreno na Vila Nogueira Ortiz (Ponta da Praia), destinada á construção de sua praça de esportes.

Em 1944, na presidência do Dr. Crisnauro Bustamante. Bacelar, o clube perde o campo da Av. Conselheiro Nébias por motivo de venda do terreno. Foi quanto passou definitivamente para a praça de esportes de sua propriedade situado na Vila Nogueira Ortiz.Em 1946, na presidência de Nelson Prieto Blanco, foi inaugurada a quadra de bola ao cesto sob o nome de "Arirá Duarte Lisboa", e o atual campo de futebol da agremiação. Neste mesmo ano, o clube foi campeão invicto em basquetebol, pela Divisão Juvenil, e campeão coletivo de lance-livre masculino, na Divisão Principal.

Em 1947, o clube se encontrava em situação financeira privilegiada, firmando-se definitivamente como um dos mais destacados integrantes do amadorismo do Estado.
Justo se faz mencionar a galeria de abnegados esportistas que se dedicaram ao progresso do Brasil FC: Wilson, Jaime Barreto, Miguel A. Figueiras Filho, Nilo Giangiulio, Manuel Ruas, Jameson Silva e Carlos Alberto de Souza.

Sócios fundadores do Brasil Futebol Clube: Adolfo E. da Rocha Soares, Alípio Mendonça, Aloisio Pereira Vilela, Alvaro Dias, Antero Correa, Antonio Candido Gomes, Arlindo Moura, Armando Moura, Armando Muniz, Arthur Silva, Benedito Raimundo Ferreira, Bernardino Perez, Emanuel Reis, Eugenio de Souza Fontes, Fábio Montenegro, Fernando Gallotine, Francisco Joaquim da Cunha, Guido Emmericy, Helio G.Gomes, Inocencio dos Santos, Jatyl neves, João da Rocha e Silva, Joaquim Luiz Simões, Jorge Pereira Pinto, José Bonifácio de Freitas, José Machado de Aragão, Luiz Garcia, Luiz Machado, Manoel Cardoso, Olimpio Azevedo, Publio Tollini, Raul Lagarcha, Renato Araujo, Segismundo Silva, Sergio Soares de Lima, Valeriano Passos, Vicente Garcia e Virgilio Silva.

Sócios honorários: "A Tribuna, Alberto de Campos Pacheco, Dr. Aristides Bastos Machado, Dr. Arnaldo Guinle, Dr. Bernardo F. Brow, Cesar Dantas Bacellar, Dr. Guilherme Guinle, João Negrão, Martinho Verdinassi, Comandante Newton Braga, Pedro de Barros, Conde Pereira Carneiro e "O Diário".

Diretoria: Presidente, Arirá Duarte Lisboa; Vice-Presidente, Carlos de Menezes Tavares; 1º Secretário, Armando Ramos; 2º Secretário, Albertino Gomes; 1º Tesoureiro, José Krum Martinho; 2º Tesoureiro, Durval Figueiras; Procuradores: Wilson Motta, Benedito Ezequiel dos Santos e Afonso Bittencourt; Diretores Sociais: Manuel Gaspar, Antonio Ramos e Pedro Gonçalves Jr; Diretor Geral de Esporte, Nicola Caruso; Diretor de Futebol, Adelino Rosas; Diretor de Basquebol, Manuel Ruas; Diretor de Atletismo, Orlando da Silva.

Brasil Futebol Clube, agremiação esportiva de grande tradição na Baixada Santista há 95 anos, tem seu trabalho esportivo reconhecido na cidade, principalmente pelo fato de formar atletas e campeões. Atualmente, desenvolve projetos de cunho social como “Tirar a criança da rua através do Esporte” e “Esporte e Lazer para a 3ª Idade” colaborando com a população da Baixada Santista.


Fontes: FPF - Novo Milenio