30 abril, 2009

Caravelas Clube

Aguardado história.

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Campos Melo Futebol Clube







Aguardando história.

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29 abril, 2009

Apolo Atlético Clube








O Apolo Atlético Clube, o galo do Canal 3, foi fundado no dia 13 de novembro de 1937, pela dedicação de uma turma que se reunia no canal 3. Foi um dos clubes mais representativos do futebol de praia que mostrou muito trabalho, força de vontade, esforço e nobreza na prática do puro amadorismo esportivo.
A fundação do clube aconteceu na residência do Dr. Fernando Jatobá, com a presença dos seguintes desportistas: Roberto Jatobá, José Alexandre Tavares Guerreiro, Danilo Tavares Guerreiro, Hélio de Oliveira Fontes, Tito Lívio, Ricardo Pinto de Oliveira, Reginaldo Fialho Duarte, entre outros.Nascido do Náutico Praia Clube ou não, a verdade é que o Apolo foi uma força dentro do futebol de praia santista.

Consta, ainda, que a partir de 1969 uma turma jovem e dinâmica assumiu a direção do clube, e os mais velhos, baluartes de 1937, passaram apenas a aconselhar, formando um Conselho Deliberativo. Jogadores de fora tiveram sua vez. Em 1970 venceu o famoso Torneio do Canal 3, o que impulsionou o time para novas conquistas.

Em 1971, a primeira alegria foi o Torneio “Crônica Esportiva”, onde Serginho, o grande ponta de lança, revelou-se como o melhor jogador do torneio recebendo o Troféu Rádio Atlântica; Kike, lateral direita, ficou em segundo lugar juntamente com Peirão, do Campos Melo. A defesa do Apolo foi a menos vazada do campeonato.

Não se classificaram para o Torneio Inverno, mas no dia 04 de dezembro de 1971 foram campeões do Campeonato Paulista - Divisão Principal, um título perseguido por muitos anos.Na ocasião foram homenageados os atletas:Toninho, que veio do Grêmio HAC - Calçada - Náutico até 1967 - Kike, Grêmio HAC até 70 - Chico, Cruzeiro até 69 - Serjão, Náutico até 67 - Armandinho, Grêmio HAC até 69 - Sigefredo, Náutico até 68 - Zangado, Grêmio HAC até 62 - Aryzinho, Democrático até 69 - Zé Francisco, Orquidário até 1970 - Adilson, Grêmio Inter até 69 - Serginho, Alvorada até 69 - Airton, Atlético até 69 e Mingota, que sempre jogou no Apolo, um dos jogadores mais humildes e regulares da equipe.

Em 18 de dezembro de 1971, sob o comando de Tuia, após muita tensão nervosa e muito sacrifício, abocanharam um título de significado muito maior: Campeão da Divisão de Aspirantes.
O clube praiano foi extinto em 2007.

Esporte Clube Alvorada








Em meio a várias transformações sociais, e levados pelo espírito esportivo e o sentimento de amizade verdadeira, um grupo de jovens, em maio do mesmo ano (09/05/1970), fundou a ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA ALVORADA, com a presidência e a tesouraria, na responsabilidade dos irmãos Valter e Oswaldo Pinho Nogueira.
A entidade esportiva surgia, na areia da praia do “Canal 2”, e, aglutinava religiosamente nas tardes dos sábados, atletas como Malaca, Zeco, Neto, Luizinho, Juvenal, Cipriano, Daniel Ricardo, Espanhol, Beto, Caveira, Zé Paulo, Titio, Vaval, Bruxo, Careca, Rato, Anão, Cláudio Thomaz, Ruy e tantos outros amigos, que, até os dias de hoje, ainda se lembram com saudades daquela época, em que a única preocupação que tinham era os chutes à gol, e, é claro, o encontro com a loira gostosa e gelada, nas barraquinhas do Alemão e do Alcides, após cada partida de futebol… E assim como as emoções da COPA de 70, o Alvorada veio para ficar em nossos coraçõea.

Dos meados do ano de 1976 à Agosto de 1981, o ALVORADA, enquanto Associação esportiva permaneceu adormecido, em função das atividades pessoais de seus sócios, até que numa tarde destes sábados que só pede futebol e cerveja, os antigos associados, reunidos ao redor do TRAILLER do Alemão e do Alcides, resolveram fundar o Esporte Clube Alvorada, reatando laços de antigas e fiéis amizades, assim como recebendo as novas e também fiéis , que formam hoje, esta família harmoniosa que cresce dia a dia. Da simples reunião para o jogo de bola de sábado à tarde, chovesse forte, ou fizesse sol causticante, temos hoje os atletas daquele ido ano de 1981, jogando muitas vezes contra os próprios filhos que nesta casa também se fizeram atletas.

Diretoria atual: Presidente, Valter Pinho Nogueira; Secretário, Norberto Luiz de França Paul; Tesoureiro, Pedro do Vale Carreira ; Diretor Social, Marcelo de Souza Dias.

Sociedade Esportiva 5ª Seção

Participou do II Torneio Varzeano de Santos de 1973.

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Esporte Clube São José

O Esporte Clube São José participou do Torneio Início do Campeonato Santista de Amador de 1971, pela Liga de Futebol Amador de Santos.

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Santópolis Clube

Time de futebol formado pelos moradores do bairro do Marapé
(foto extraída so site Novo Milênio)
Aguardando história. (veja outras fotos clicando aqui )

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Sampaio Moreira Praia Clube

Aguardado história.

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Samburá Praia Clube

O Samburá foi fundado no ano de 1969, com a finalidade de disputar os campeonatos de futebol de praia que então eram promovidos pela Liga da Modalidade. Suas cores oficiais são o azul e o branco e o seu símbolo é um cavalo marinho.
Atualmente, os seus jogos são realizados aos sábados, à tarde, na praia do José Menino, em frente à rua Maranhão, próximo ao Canal 1.

O clube possui 40 sócios, cuja maioria está na faixa dos 35 aos 40 anos de idade. O mais jovem tem 21 anos e o mais idoso, 70. Todos os sócios pagam uma mensalidade de R$ 15,00.
A diretoria é composta por 4 diretores: presidente de honra, presidente, diretor de esporte e diretor social. Não há um estatuto formal, apenas regras estabelecidas de comum acordo. São formados, cada sábado, duas equipes com vinte e dois primeiros sócios. Os demais têm assegurada a sua participação no segundo tempo.
O ponto de encontro dos jogadores acontece em torno de uma hora antes do jogo, na área demarcada do campo na praia, próximo a barraca do "Margarido", conhecido e divertido personagem da orla santista. Após os jogos, o terceiro tempo, que era promovido na "Padaria Roxy", por insistência do Margarido passou a ser em torno de sua própria barraca. São momentos em que os associados se reúnem para uma cerveja gelada e para jogos de dominó e cartas. Às vezes, é também promovido um churrasco. Nos finais de ano, o clube promove um jogo festivo contra clube de praia da proximidades, bem como jantar dançantes de confraternização.
As partidas são apitadas pelo sócio Cláudio Almeida, o "Claudinho Samburá", aquele dos mil gols, que hoje não joga mais e é o juiz oficial do clube. Claudinho é sócio do Samburá há aproximadamente 28 anos e faz um destaque especial, entre os atuais jogadores, para o Professor Ponna (professor de matemática financeira) que, aos 70 anos, continua jogando, mesmo tendo fraturado a perna há nove anos, o que motivou a seu afastamento por dois anos. Ninguém esperava que ele voltasse a jogar, mas, para a alegria de todos, retornou e continua firme.
As informações anteriores foram prestadas pelo atual presidente, César Ricardo Rollo Dias, 38 anos, bancário, no clube há 24 anos, apresentado por seu tio, quando tinha menos de 15 anos.
Fonte: NORI, Célio - Boleiros de Areia - Editora SESC SÃO PAULO - 2002 e site oficial do Samburá Praia Clube

Clube Atlético Refinaria Presidente Bernardes





Como um dos caçulas da Liga de Futebol Amador de Santos, vamos encontrar no Clube Atlético REFINARIA PRESIDENTE BERNARDES, uma agremiação integrada por elementos pertencentes à empresa que lhe dá o nome.
Apesar do seu noviciado, já se encontrava engrandecido. Primeiro pelo número de funcionários de que podia dispor, segundo pelos vários departamentos esportivos criados, com a aplicação da prática do futebol, bola ao cesto, boxe, ping-pong, tendo projetado a construção de um grande estádio em Cubatão. Disputou apenas partidas amistosas.

Ao ato de sua fundação estiveram presentes os senhores: Gilson Ferreira de Medeiros, Moacir Valença Cavalcanti, Waldemar Fernandes, Raimundo Nonato Tenório, Dilton Rogério, Miguel Alonso, José Pires Domingues, Celso Monteiro Duarte, José Alves de Andrade, Irahy Guido Moreno, Fernando Coelho, Geraldo Emídio da Silva e outros, que se constituíram em naturais fundadores da agremiação.

Diretoria: Presidente de Honra - Cel. Adolfo Rocca Diegues; Presidente - Gilson Ferreira de Medeiros; Vice-Presidente - Waldemar Fernandes; Secretário - Moacir Valeuca Cavalcanti de Albuquerque; Tesoureiro - Raimundo Nonato Tenório; Diretor de Esportes - Miguel Alonso.

Fonte:


Real Colorado Praia Clube




O Real Colorado teve início com um grupo de estudantes apaixonados por futebol, como tantos outros que já jogavam bola juntos, porém sem compromisso e resolveram, então, formar um time e participar de competições oficiais. O Sr. Salvador Martinez, pai de um desses garotos, doou um jogo de camisas velhas de um clube que não existia mais, o Real Praia Clube, fundado por representantes farmacêuticos. Por isso, o nome acabou sendo mantido. Isso ocorreu em meados de 1970.
A partir de 1974, conforme escolha de alguns atletas mais antigos, acrescentou-se o Colorado, passando o clube a se chamar de Real Colorado Praia Clube, pois o antigo, Real Praia Clube, tinha dívidas anteriores na praça não quitadas. E finalmente, em 1978, o clube foi oficialmente registrado em cartório. A data de fundação ficou sendo o dia 17 de abril de 1978. As cores oficiais são o vermelho e o branco e seu símbolo é o “Brasinha”.
O Real Colorado, em sua fase mais ativa, chegou a ter mais de 120 sócios que jogavam o futebol de praia. Com as mensalidades pagas por esses sócios, o clube mantinha também equipes competitivas que disputavam os campeonatos oficiais de futebol amador e futebol de salão.
De 1979 a 1994 foram realizados onze torneio internos de futebol de praia entre associados e convidados, sendo que cada equipe contava com vinte atletas pagantes, representando um país. Em 1983, o torneio foi denominado “Taça Real”. Até 1988, a denominação passou a ser “Toca do Diabo” e, desse ano até 1994, foi acrescentada a denominação ”Respel” (empresa do associado Bispo, cuja história é contada mais adiante), em razão da colaboração que o mesmo prestava na obtenção de camisas para as equipes participantes.
A história do clube registra, de sua fundação aos dias de hoje, inúmeras conquistas como campeão e vice-campeão nas mais diversas categorias de várias competições promovidas pela Liga de Futebol Amador de Santos, Liga Santista de Futebol de Salão, Federação Paulista de Esportes de Praia, Prefeitura Municipal, SESC e outras entidades promotoras de eventos esportivos.
O ponto de encontro dos jogadores é o próprio local dos jogos aos sábados à tarde, nas imediações do emissário. Iniciam o jogo os 22 sócios que chegam e assinam a lista. Após o jogo, a turma vai para um bar localizado nas esquina das ruas Alfredo Albertini e João Caetano, no bairro do Marapé.
A arbitragem dos jogos é sempre feita, no primeiro tempo, pelo vigésimo terceiro a assinar a alista de presença, exceção feita quando alguém esta machucado e resolve apitar os dois tempos. O segundo tempo é apitado pelo jogador que sai para a entrada daquele que estava apitando. A armação e demarcação do campo e das traves são feitas pelos próprios atletas (aqueles de boa vontade). As traves ficam próximas ao Posto 1 de Salvamento, trancadas com cadeados em um espaço que é dividido com outro clube que joga nas proximidades.

Essas informações foram prestadas por Paulo Ricardo Alves, conhecido pelo apelido de “Paraguay”, professor de educação física e técnico de futebol formado, um dos fundadores do clube no ano de 1970, que dá o seguinte testemunho:
O motivo que levou a mim e a todos nós a permanecer no clube foi o gosto pelo futebol e, comisso, pudemos estreitar ainda mais nossa amizade. O Real Colorado Praia Clube era (e ainda é) um clube estritamente familiar onde aconteceram vários casamentos e todo nós, creio eu, tínhamos aquele orgulho de dizer que éramos do Real e do bairro do Marapé.

Ao longo desses 30 anos de atividades, passaram pelo clube alguns nomes que ganharam consagração nacional, como o zagueiro Fernando (Santos, Vasco da Gama, Flamengo, Atlético MG), Enéas (Santos), Totonho (A.A. Portuguesa, Santos e Paulista de Jundiaí), Penha (A.A. Portuguesa), Marcos Amaral (A.A.Portuguesa), Edmílson (A.A.Portuguesa e clubes de Portugal), Mourão (E.C. Juventus e clubes de Portugal) e Serrano (Juventude /RS).

Atualmente, o Real Colorado Praia Clube mantém ainda um grande número de participantes em seus torneios internos, seja de futebol, de carteado ou dominó. O tradicional treino do sábado a tarde, tornou-se um gratificante momento para que diferentes gerações vinculadas ao Marapé e ao clube se encontrem nas areias próximas ao emissário submarino, em frente a ilha Urubuqueçaba, e depois se confraternizem no bar do Orlando, local que em suas paredes guardam os troféus, conquistas e fotos de diferentes épocas do clube.

Esporte Clube Real

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Primeiro de Maio A.C

O 1º de Maio A.C. foi fundado em 11/01/1950, com o nome de Juvenil 1º de Maio
Saiba mais clicando aqui

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Clube Municipal


Datando sua fundação de 26 de julho de 1945, o Clube Municipal, de São Vicente,se constituiu num dos clubes mais importantes do Estado.Contribuiram para o seu aparecimento os esportistas locais: Luiz B. Ferreira, ex-prefeito de São Vicente, José Teixeira Matoso, Darci França, Odilon Fernandes da Silva, Jurandir Dantas, Nelson de Barros, Gabriel Verta, Evaristo Martins Jr., Waldemar Braga e outros

Estes senhores, fundadores do clube, eram funcinários municipais, sendo o clube fundado para representar a classe. Filiado à Liga Vicentina de Futebol Amador e à Federação Paulista de Futebol, o Clube Municipal nãodisputou partidas oficiais, apenas certames amistosos. Seus atletas e associados praticaram o futebol, voleibol, bola ao cesto, tamboréu, futebol de salão, pingue pongue, xadrez e natação.Seu patrimônio foi representado por sua sede , campo de futebol com vestiários, além de sua barraca de praia
Diretoria: Presidente de Honra, Luiz B. Ferreira (Prefeito Municipal de São Vicente; Presidente, Evaristo Martins Jr.; Vice-Presidente, Valdemar da Silva Horta; Secretário-Geral, Nelson Mangoline; Tesoureiro, Waldemar de Lima Siqueira; Diretor de Futebol, João Bernardes Loureiro; Diretor de Bola ao Cesto, Dirceu Lima; Diretor de Voleibol, Reinaldo Rozo; Diretor de Tamboréu, Franklin C. Moura; Diretor de Futebol de Salão, José Evaristo da Silva Filho; Diretor de Xadrez, José Roberto Guimarães; Diretor de Natação, Adão Marques, Diretor Social, Irman G. Marchesine; Presidente do Conselho, Athos Bitencourt Gaia.
Fonte: Federação Paulista de Futebol

Fertilizantes Atlético Clube


O Fertilizantes Atlético Clube surgiu no cenário esportivo de Cubatão, a 09 de julho de 1954, quando foi fundado pelos senhores Renato Zoletti, Claudio Brant Vilela, Albuno Luiz Caldas, Walter Zoletti, Antonio dos Santos, Oswaldo de Freitas, José Cabral de Oliveira Rangel, Alberto Dias, Antonio Ramos Nogueira, Luiz Lopes Camino, Aldo Serpa, Adelson Panariello, José Torres Filho, Walter Ferreira, José Francisco, Afonso Ferreira e Carmelo de Simone.

Seu quadro associativo era composto por 250 membros , sendo filiado à Liga de Futebol Amador de Santos e à Federação Paulista de Futebol, disputando o campeonato de Cubatão. Além da prática de futebol, dedicou-se ao tamboréu, voleibol e bola ao cesto.

Diretoria: Presidente, Dr. Amadeu Sacchi; Vice-Presidente, Fausto Trindade Nunes; 2º. Vice-Presidente, Vicente Luiz Vinagre; Secxretário-Geral, Mario Alves; 1º. Secretário, José Cabral Oliveira Rangel; 2º. Secretário, Odil dos Santos Bras; Tesoureiro-Geral, Oswaldo de Freitas; 1º. Tesoureiro, Alcides Carlos Balbino; Diretor-Social, Clineu Peixoto; Diretor Esportivo, Walter Zoletti.
Fonte: Federação Paulista de Futebol

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A.A Ferroviária

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S.C Internacional


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O futebol em Cubatão/SP no ano de 1965


Abaixo interessante matéria publicada em 01 de janeiro de 1966, no jornal “A Tribuna”, de Santos/SP sobre o futebol da cidade de Cubatão:“ O futebol, esporte popularíssimo, foi o que apresentou o maior índice de promoções e realizações favoráveis. O feito do Comercial Santista Futebol Clube, conquistando o título de campeão amador do litoral, deve ser apontado como o de maior importância no ano que se findou.

Foi um título largamente comemorado em todo o município e que deu ao clube da Fabril e ao futebol da cidade extraordinária projeção em todo o Estado. Pena que ao se aproximar o fim do ano eclodisse no clube uma séria crise interna, de conseqüências imprevisíveis para os destinos da agremiação. Chegou-se, inclusive, a noticiar a possibilidade de fechamento das portas do clube, o que seria lamentável.A ascenção da Associação Atlética Guimarães foi outro fato a merecer registro no ano que passou.
Fundado há pouco mais de 18 meses, esse clube a partir do último mês de setembro teve mudada a sua diretoria, para onde foram guindados a postos de importância destacadas figuras da comunidade portuguesa da cidade. De imediato, esses novos dirigentes trataram de imprimir novos rumos à agremiação, com o objetivo de levá-la à 3ª Divisão de Profissionais da FPF, o que foi feito. E já a partir deste ano o clube estará no regime profissional.
Em pouco mais de 90 dias, o clube teve uma projeção extraordinária, com promoções variadas, não só no setor de futebol como também em tênis de mesa e pedestrianismo. Possui o grêmio luso de Cubatão um vasto programa para o ano que hoje se inicia.No setor de patrimônio esportivo, coube ao Esporte Clube Cubatão o feito de maior destaque, ao se lançar, com grande entusiasmo, no empreendimento de construção do seu estádio de futebol. Velha aspiração de esportistas de Cubatão poderá ser concretizada no ano que ora se inicia, desde que o público compreenda o esforço dos dirigentes do clube e prestigie a aquisição dos títulos patrimonias, fator indispensável para prosseguimento e conclusão das obras.
Ainda com referência ao futebol, tivemos o feito do Vila Bandeirantes Esporte Clube, conquistando, invicto, o campeonato da Liga de Futebol Amador de Cubatão, feito que merece ser destacado, muito embora se deva reconhecer ter sido o certame da Divisão Principal, um dos mais fracos de toda a história do futebol cubatense.Merece também um registro o feito do Unidos Clube, sagrando-se bicampeão da Primeira Divisão, bem como o crescimento, principalmente em popularidade, de clubes como o São Manoel e o Nove de Abril, agremiações que, se continuarem em 1966 o mesmo ritmo desenvolvido em 1965, ganharão mais cedo do que se espera lugar destacado no cenário esportivo da Baixada.
A Liga de Futebol local, em que pese o esforço e a dedicação do seu atual presidente, sr. Ludovico José Carneiro, não conseguiu manter as mesmas atividades do início do ano, quando promoveu com certo destaque a disputa da Taça Cidade de Cubatão e o Concurso da Rainha do Futebol Cubatense, promoção inédita no município. Faltou ao presidente da Liga, mais e melhores colaboradores, pois seus companheiros de diretoria, salvo raras exceções, foram omissos, contribuindo para que a Liga terminasse a temporada esportiva de forma melancólica e inexpressiva, com os jogos encerrando-se de forma irregular e sem qualquer atrativo.
Mário Pereira, o popular “Caracu”, foi outra agradável surpresa do esporte cubatense em 1965. Ganhou o conhecido esportista extraordinário destaque como árbitro da Federação Paulista de Futebol, apitando jogos do certame de aspirantes. Foi mesmo o recordista de atuações, tendo dirigido um total de 24 jogos.”
Fonte: Julio Diogo - Blog História do Futebol

Comercial Santista F. Clube


Criado em 4 de abril de 1932 e funcionando na antiga Vila Parisi, o time de futebol cubatense foi lembrado pelo jornalista Hamleto Rosato em sua coluna A Tribuna nos anos 60 referente ao dia 16 de setembro de 1963, uma segunda-feira. A nota a seguir foi reproduzida na edição de 16/9/2004 do jornal santista A Tribuna:
"O Comercial Santista F. Clube comemorou o seu 31º aniversário de fundação com vasto programa, que se desenvolveu com muita animação. A abertura das festividades foi na sede, na Vila Parisi, em Cubatão, e contou com a presença de numerosa assistência, incluindo-se autoridades civis e militares. No festival esportivo, a prova de honra foi disputada entre o Comercial e o Excelsior, com vitória do primeiro por 4 a 0, que jogou com Gresseto, Elci, Natanael e Louzada; Luiz e Quelu; Maneco, Vitalino, Julinho, Dito e Cabeção. O pontapé inicial foi dado por Mário Ruivo, presidente da Comissão Central de Esportes de Cubatão".

25 abril, 2009

Ponte Preta Futebol Clube

Fundado em 1948 esta agremiação é originária da Av. Pedro Lessa esquina com Av. Senador Dantas, local próximo ao antigo Cine Santo Antonio... (ler mais)
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Pioneiro Futebol Clube

O Pioneiro Futebol Clube participou do Campeonato Santista Amador de 1967.

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Clube Atlético Paulistano

Foram fundadores do Clube Atlético Paulistano de São Vicente, os esportistas Durval Martins, Geraldo Caselato, Wilson Martins, Benedito P. Feijó, José Cardoso e outros que, para tanto, reuniram-se em 1º de março de 1947.

Seu campo de futebol era bem gramado, praticando o futebol e pedestrianismo. Em 1950, sua equipe de futebol foi vice-campeã, pelo torneio promovido pelo “São Vicente Jornal”; e, em 1951 , conquistou o título de campeão do Torneio “Dr. Charles Alexander Souza Dantas Forbes”, nas categorias de 1º e 2º quadros, respectivamente; em 1952, foi campeão do Torneio Início , pelo campeonato da 2ª Divisão de Amadores, pela Liga Vicentina de Futebol Amador; foi ainda, campeão pelo mesmo campeonato, 1º e 2º quadros; em 1953, voltou a ser campeão do Torneio Início da 2ª Divisão de Amadores, pela mesma Liga, repetindo a conquista do campeonato, 1º e 2º quadros; em 1955, foi campeão de futebol nos Jogos Desportivos da Cidade de São Vicente; levantou o campeonato de futebol do Torneio “Carmo Neves Filho”; foi campeão do Torneio Início da 2ª Divisão de Amadores da Liga Vicentina de Futebol e campeão do 2º quadro pelo mesmo campeonato.

Diretoria: Presidente, Nelson de Oliveira; Vice-Presidente, Mario Morgado; Secretário-Geral, Ovídio Alvarez Marinho; 1º Secretário, Eduardo Gomes; 2º Secretário, Walter dos Santos; 1º Tesoureiro, José Albuquerque; 2º Tesoureiro, Manuel Pinto Ruiz; Diretor Geral de Esportes, Durval Martins; 1º Diretor Esportivo, Hamilton Pompeu; 2º Diretor Esportivo, Antonio Figueira; Diretor de Propaganda, Mario Macia e Diretor Patrimonial, Adalberto Inácio de Castro. (Fonte: F.P.F)

Atualmente, o clube tem sede localizada junto a Rua Uberaba, 306 - Jd. Independência - São Vicente/SP - Tel.: (13) 3561 2764






Sede do Paulistano













Paulistano Futebol Clube

Fundado em fevereiro de 1933, o PAULISTANO FUTEBOL CLUBE, de Santos, disputou o Campeonato da Divisão Principal Varzeana nos anos de 1942 e 1943. De 1953 a 1956, disputou os Campeonatos Infantil e Juvenil, respectivamente, promovidos pelo SESI.

Nos anos de 1953 e 1954, conquistou o título de Campeão e, consequentemente, Bi-Campeão na categoria Infantil, vindo a alcançar em 1955, o Tri-Campeonato nessa mesma categoria.

Ao ser fundado, em 1933, o grêmio surgiu com o excêntrico nome de "Poupa Roupa Futebol Clube", passando a ser cognominado como "O Leão do Macuco". Mais tarde, em 1942, por exigência da Liga, passou para a atual denominação - Paulistano Futebol Clube.

Contribuíram para o surgimento do clube, os esportistas: Emílio Alves, João Perri, Albino, Agostinho Ramos, Jackson Freire, Zuza, Pedro Aguiar, Perri Confiança, Guilherme Soares, J. Silva e outros.

DIRETORIA: Presidente de Honra: Salomão Fadel; Presidente, Arlindo Esteves Pinheiro; Vice-Presidente, Joaquim Gonçalves; Secretário-Geral, Paulo A. Lovarinhas; 1º. Tesoureiro, João Fernandes; 2º. Tesoureiro, Serafim Gomes; Diretor Geral de Esportes; Carlos Acácio; 1º. Diretor Esportivo, Manuel Silveira dos Santos; Diretores Sociais: Arnaldo dos Santos, Rubens Pinheiro de Morais, Nelson Gilberto e Nelson Nascimento. Conselho: Presidente: Domingos Bargas.

Fonte: F.P.F

Esporte Clube Pátria

O Esporte Clube Pátria foi campeão varzeano da Baixada Santista em 1978, com um gol de Brecha, ocasião em que jogou contra o valente time "Primos Unidos".

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Pasteur Futebol Clube

O Pasteur Futebol Clube marcou presença na história do esporte amador santista. O forte da agremiação era a prática do futebol e o tênis de mesa. Foi uma das grandes forças do futebol varzeano santista.

Edelson, Piloto, Airton dos Santos e Belarmino de Almeida figuram como ex-presidentes do Pasteur, mas quem carregava o clube nas costas era o Didi.

O time de futebol de 1963 era assim formado: 1º quadro - Nívio Vega, Álvaro Devaney (Maguinho), Tanil, Dutrão, Zé Pocheca, Zé Vitor, Fenelon Araujo Pereira, Antonio Carlos Dutra de Morais (Dutrinha), Osmar Marba Ribeiro, Paulo Geraldo Dorsa de Oliveira (Paulinho Brió) e Ricardo Barreto de Araujo (Chapinha); 2º quadro - Claudio Papel, Wilson, Carlão, Galo, Chiquinho, Rubinho, Eduardo Alex, Cado, Araraquara, Nenê Belarmino e Henley do Amaral Maldonado (Perú).

Participou do Campeonato Santista Amador de 1971, promovido pela Liga Santista de Futebol Amador, onde Luiz Antonio, Ademir, João, Araraquara e Valdir fizeram parte da artilharia do campeonato.

O tênis de mesa revelou grandes jogadores como Marcos Almeida (Galo), Antonio Carlos Dutra de Morais (Dutrinha), Valdir e outros.
Essas informações foram prestadas pelo amigo e ex-integrante do Pasteur F.C, Henley do Amaral Maldonado (Perú).

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Paraná Futebol Clube

Foto de 1923 do acervo de José Louis Krahenbull, mostra um time de futebol chamado Paraná que foi campeão do Torneio Interno do Clube Atlético Santista. Da esquerda para direita, estão: Louis Krahenbull (pai de José, mais conhecido como Relojoeiro Suiço), Máximo Pompeu, Saturnino, Silésio, Cipó, Hugo Maggi, Mário Guimarães, James Conway, Barsotti Moraes e Arnaldo Pires. (Foto publicada no jornal santista A Tribuna em 1º de outubro de 2004, seção Imagem do Passado)

Pará Futebol Clube

O Pará Futebol Clube, tradicional clube varzeano, com sede na Rua Carvalho de Mendonça nº 340, participou do Campeonato Santista Amador de 1967.

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Paquetá Futebol Clube




"Mas o grande orgulho do bairro era o Paquetá Futebol Clube, que foi fundado em 1935 por Waldemar Raposo e outros. Ficou algum tempo desativado, até que em 1945 o Toninho Raposo, o Dominguinhos, o Pai João e alguns mais tornaram a reerguê-lo como infantil. E como o pessoal gostava de ver o Pila, João Marques, Nívio e Waldemar em campo! Com a chegada de Lanzudo, Torresmo, Marino, Minoro, João, Lelé, Cabelinho, Waldemar, Aurélio, Maximino e outros, o Paquetá FC passou a juvenil. O clube existe até hoje, só que sua sede fica na Vila Nova.



Seu Domingos não esconde o orgulho quando conta que, como diretor de futebol, conquistou dois títulos; Campeão dos Bairros de 1957, juntamente com o Tino, e de 1962. Seu filho Sérgio era o mascote da equipe de 1957, e seu irmão Vadico destacou-se como artilheiro do time, com seis gols. Outra façanha que ele não esquece: certa vez, o Paquetá representou Santos em um torneio onde participaram times de Pedreira, São Bernardo, Ribeirão Pires e outras cidades, sagrando-se campeão. Nesse mesmo dia, o 2º quadro fez uma prova de honra contra o Martins Fontes e venceu.



Esses que hoje nos contam essas histórias não podem reclamar das traquinagens dos netos, porque aprontaram muitas e boas na infância. As peladas de rua começavam às oito horas e se estendiam até a noite, com uns 20 moleques de cada lado. Quando a bola caía no cemitério, os coveiros rasgavam. Tinha dias que perdiam mais de seis bolas de borracha. As mães ralhavam e diziam que não dariam mais dinheiro para eles botarem fora, mas não resistiam quando viam o Pé de Ferro, o Formiga, o Maravilha (pai do Maravilha que jogou na Portuguesa), o Seraphim, o Zézinho, o Reinaldo e outros amigos implorando um trocadinho para comprar outra bola. Não tinha jeito, acabavam cedendo."